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Os
cirrocúmulos do " céu encarneirado"
são nuvens altas formadas entre os 5 e os 11
Km. São constituídas por cristais de gelo
e desenvolvem uma configuração regular
em bandas e filas de pequeníssimos tufos brancos.
Em geral precedem uma tempestade ou uma frente quente
em aproximação, anunciando a chegada de
tempo instável. |
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As
nuvens em forma de filamentos, das extensões
de maior altitude, formam-se entre os 5 e os 11 Km de
altitude e são inteiramente constituídas
por cristais de gelo. Elas podem apresentarem a forma
de pequenos fragmentos brancos e sedosos ou então
serem repuxados pelo vento e tomarem a forma de finos
filamentos com as extremidades enroladas. Quando aparecerem
no céu de forma espectacular são muitas
vezes o pronuncio de uma tempestade ou de uma frente
quente em aproximação. Quando uma massa
de ar quente se eleva abruptamente a grande altitude
a cima do ar frio o vapor de agua nela contido vai condensar-se,
congelando instantaneamente. Os enrolamentos e formas
de gancho dos cirros são os finos rastos de cristais
de gelo que caem lentamente. As nuvens de gelo tais
como os cirros, cirrostratos e cirrocúmulos formam-se
quando o ar atinge o seu ponto de saturação
a temperatura inferiores a –40ºc e congela
imediatamente.Após a congelação
estas nuvens tendem, não a evaporar mas sim a
crescer e podem ter uma duração longa.
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Os
Cirrostratos são nuvens de cristais de gelo ,com
o aspecto de um véu nebuloso transparente, formadas
entre 5 e 11Km. É frequente seguirem os cirros
na aproximação de uma frente quente, mas
difícil distingui-las da bruma ou da neblina.
Contudo, ao contrário da bruma, que é
constituída por gotículas de água
, os minúsculos cristais de gelo dos quais o
véu de Cirrostratos é composto refractam
a luz, produzindo os característicos halos à
roda do sol e da lua. |
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Os
pequenos cúmulos de "bom tempo" podem
evoluir e desenvolver cúmulos maiores- conhecidos
por cúmulos congestus- que são uma das
nuvens mais espectaculares pois as correntes ascendentes
continuas, no interior da nuvem, produzem bolhas e tufos
em variação constante na superfície
superior da nuvem. Desenvolvem-se quando o ar no interior
da nuvem se mantêm mais quente que o ar à
sua volta e assim a nuvem permanece mais leve do que
a sua vizinhança, continuando a desenvolver-se
para cima, alimentada pelas fortes correntes ascendentes
no interior da nuvem, subindo o ar a velocidades que
chegam a atingir os 20 m por segundo. Os topos dos cúmulos
congestus podem atingir os 13 km. Quando encontram uma
camada de ar quente estável, os topos podem achatar-se
mas, ao contrário dos cumulonimbos completamente
desenvolvidos, e no seio dos quais os cúmulos
congestus se podem formar, os topos não contém
cristais de gelo. Nos climas das latitudes médias
os cúmulos congestus raramente provocam chuva,
provocando muitas vezes aguaceiros fracos. No entanto,
nos trópicos, os cúmulos grandes que se
desenvolvem numa atmosfera muito húmida, são
fontes de fortes chuvadas (ver chuva por coalescência).
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Quando
se observa o desenvolvimento dos grandes cúmulos
congestus, pode ter-se a sorte de avistar os sinais
da evasiva nuvem pileus, uma nuvem pequena com uma cúpula
superior arredondada, formada transitoriamente acima
de um cúmulo em desenvolvimento. Quando os cúmulos
se elevam até uma camada superior de ar, que
tem movimento horizontal, o ar ascendente que os precedem
abre uma pequena brecha nesta camada, antes de penetrar
completamente nela. Se o ar for suficientemente húmido
forma-se uma pequena nuvem no momento em que o ar atinge
o pico desta brecha, mas rapidamente o topo do cúmulo
chega aí e a nuvem pileus desaparece na massa
de nuvem que se eleva. |
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Em
condições atmosféricas extremamente
instáveis formam-se enormes e densos cúmulos,
brancos nos bordos mas muitos escuros na base e que
se elevam como torres gigantescas até ao limite
superior da troposfera. Crescem a partir de cúmulos
grandes, têm a base entre os 500m e os 2Km e o
topo situa-se entre os 3 e 6 Km. Em condições
instáveis, o ar no interior destas nuvens é
mais quente do que o ar na vizinhança e assim
as nuvens continuam a crescer, devido às fortes
correntes ascendentes convectivas no seu interior. O
calor resultante da condensação de enormes
quantidades de vapor de água realimenta as correntes
ascendentes de ar quente. O topo destas nuvens congela
em cristais de gelo, que crescem constantemente à
medida que as gotículas de água são
arrastadas para cima, colocando-se a eles. A cúpula
borbulhante, característica dos cúmulos
em desenvolvimento, torna-se achatada assim que congela
e espraia-se frequentemente em forma de penacho (a "bigorna"),
por acção dos ventos dominantes a grande
altitude. Os cumulonimbos completamente desenvolvidos
são nuvens que provocam chuva forte ou granizo
ou trovoadas. |
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Em
condições atmosféricas extremamente
instáveis formam-se enormes e densos cúmulos,
brancos nos bordos mas muitos escuros na base e que
se elevam como torres gigantescas até ao limite
superior da troposfera. Crescem a partir de cúmulos
grandes, têm a base entre os 500m e os 2Km e o
topo situa-se entre os 3 e 6 Km. Em condições
instáveis, o ar no interior destas nuvens é
mais quente do que o ar na vizinhança e assim
as nuvens continuam a crescer, devido às fortes
correntes ascendentes convectivas no seu interior. O
calor resultante da condensação de enormes
quantidades de vapor de água realimenta as correntes
ascendentes de ar quente. O topo destas nuvens congela
em cristais de gelo, que crescem constantemente à
medida que as gotículas de água são
arrastadas para cima, colocando-se a eles. A cúpula
borbulhante, característica dos cúmulos
em desenvolvimento, torna-se achatada assim que congela
e espraia-se frequentemente em forma de penacho (a "bigorna"),
por acção dos ventos dominantes a grande
altitude. Os cumulonimbos completamente desenvolvidos
são nuvens que provocam chuva forte ou granizo
ou trovoadas. |
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A
camada nebulosa, baixa e cinzenta, designada por estrato,
tem a base a cerca de 400metros, ou ainda mais abaixo,
Formam-se em condições de atmosfera estável,
mas onde o vento à superfície mantém,
abaixo da base da nuvem, uma camada de ar bem misturado
e demasiado quente para que se possa ocorrer condensação.
O nevoeiro é um estrato que se forma ao nível
do solo na ausência da turbulência., e inversamente,
os estratos podem resultar da subida do nevoeiro. Os
estratos raramente são suficientemente espessos
para produzir chuva, mas podem provocar chuvisco, ou
neve fraca a maior altitude. Quando é possível
ver o sol através dos estratos, os contornos
são nítidos. Os estratos podem também
formar-se por baixo de um nimbostrato, quando a chuva,
fria, produzida por este, cai numa camada mais quente,
evaporando e fazendo aumentar a humidade desta camada,
ao mesmo tempo que a arrefece. Tomam neste caso a forma
de nuvens esfarrapadas (Fractus), empurradas pelo vento
por baixo do nimbostratos. |
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Os
Altocúmulos, nuvens brancas ou acizentadas das
camadas médias da tropopausa, com a base entre
os 2Km e 6Km, formam-se acima dos estratocúmulos.
Podem Ter origem em extensões mais altas de estratocúmulos
ou em cúmulos de grandes dimensões; Podem
ainda aparecer num céu sem nuvens quando, pela
aproximação de uma frente, o ar quente
é obrigado a subir. Os Altocúmulos são
basicamente constituídos por gotículas
de água mas podem conter cristais de gelo nas
camadas superiores. De acordo com o movimento do ar
podem tomar variadas formas, incluindo as bandas paralelas
e configurações em célula. Assemelham-se
frequentemente aos estratocúmulos e poderá
ser difícil distingui-los mas os seus elementos
individuais parecem geralmente mais pequenos, pois estão
mais altos e mais longe. |
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Os
altostratos são uma camada uniforme acinzentada
ou azulada de nuvens, às vezes listrada, cobrindo
o céu totalmente ou parcialmente, com base entre
os 2Km e os 6Km de altitude. Esta camada é por
vezes suficientemente ténue para deixar perceber
a posição do sol através dela,
mas sem o deixar ver claramente, Consistem principalmente
de gotículas de água sobrearrefecidas,
mas estas podem congelar ao serem capturadas por cristais
de gelo que caem de nuvens mais altas. Substituem os
cirrostratos à medida que uma frente quente se
aproxima. Se se tornam mais espessas abaixam a sua base
no seio de massa de ar frio e húmido, podem transformar-se
em nimbostratos, as nuvens causadoras de chuva, ou neve,
forte e contínua. |
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O
nimbostrato é uma camada nebulosa espessa, cinzenta,
muitas vezes sombria, com base entre os 900 metros e
os 3 km. Dá lugar a chuva ou neve, de acordo
com a temperatura do ar abaixo dela . O nimbostrato
produz um céu pesado cinzento e húmido,
frequentemente com chuva contínua e apresentando
farrapos soltos de nuvens cinzentas que correm muito
depressa abaixo da base da nuvem principal; ou então
um céu quase negro que anuncia queda de neve.
Os nimbostratos formam-se quando uma camada de ar quente
é forçada a elevar-se por cima do ar frio
ou então a subir uma montanha, e quando a nuvem
resultante tem a capacidade de se tornar suficientemente
espessa para se formarem cristais de gelo nas camadas
superiores da nuvem. Os nimbostratos acompanham tipicamente
as frentes quentes, separando duas massas de ar Húmido
e resultam, neste caso, dos altostratos que engrossam
e descem, no ar frio e húmido subjacente. |
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Os
estracumulos são nuvens baixas e muitas vezes
formam-se quando o vento provoca turbulência no
ar húmido junto ao solo , misturando verticalmente
o ar e transportando ar húmido da superfície
para cima. O estracumulo não é uma camada
acinzentada uniforme como os estratos (daí a
adição da palavra "cúmulos").Pois
é composto por amontoados mais ou menos contínuos
de nuvens esbranquiçadas, quase sempre com porções
escuras, constituídas por massas globulares ou
em rolos, separadas por vezes por porções
de céu descoberto. Quando estas nuvens são
espessas, o contraste entre as partes claras e escuras
é grande. A sua base situa-se entre os 400m e
os 2km.São muito frequentes no inverno quando
ar húmido se desloca para norte. Habitualmente
os estratocúmulos não são muito
espessos e tendem a provocar apenas chuva fraca ou chuvisco,
a temperaturas acima do ponto de congelação,
ou neve fraca mas persistente, nas regiões montanhosas
ou temperaturas inferiores a 0ºc. Podem resultar
do espraiamento das partes medias ou superiores dos
cúmulos quando estes alcançam uma camada
de ar quente estável. O topo dos cúmulos.
Os estratocúmulos podem engrossar e descer quando
o ar á superfície se torna mais húmido,
deixando por cima ar seco e limpo, como acontece muitas
vezes quando ao subirmos um vale com o céu encoberto
chegamos ao cimo da montanha sem nuvens. |
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