AEROVIAS
- Estradas aéreas.
ABORTAR
DECOLAGEM: quando o piloto esta na rampa quase decolando e
por algum motivo ele resolve não voar.
ACQUALIZAR:
quando o piloto cai na água com o seu equipamento.
ADRENALINA:
Hormônio produzido pela parte medular das glândulas
supra-renais, e que tem numerosos efeitos no organismo.
AMARELOU:
quando o piloto fica com medo, ou da condição
do tempo, rampa nova ou mesmo voando toma uma pane (vôo
turbulento) e vai para pouso "Amarelado", muita
Adrenalina, acontece muito com piloto novo de vôo.
ANALISAR
A CONDIÇÃO: é verificar na rampa as condições
do dia, velocidade do vento, nuvens, urubus voando, sol, sombra,
lift, rotores. Observar.
ARBORIZAR:
quando o piloto cai em uma árvore com o seu equipamento.
ASA
COM KING: (King Post) um poste que fica acima da asa delta.
ASA
DELTA TOP LESS: é a Asa Delta que não tem King,
diminuindo o arrasto, feita de Fibra de Carbono.
BACALHAU:
Apelido dado aos equipamentos da escola ou saída de
escola Asa Delta ou Paraglider, pouco planeio, seguro, perdoam
erros. Geralmente são equipamentos mais lentos, voam
menos, afundam mais!
BARRA
DE COMANDO: onde o piloto de Asa Delta pilota a asa.
BIRUTA:
é um equipamento que indica a direção
do vento, fica na decolagem e no pouso oficial. Encontrado
geralmente em aeroportos.
BOM
VÔO: palavra dita entre os companheiros de vôo
livre segundos antes da decolagem, desejando boa sorte.
BOMBANDO
TUDO: quando o dia está bom de térmicas, muitas
ascendentes, ótimo dia para o vôo livre, muitas
bases, com ótimas térmicas.
BORDO
DE ATAQUE: Parte da frente da asa ou parapente.
BORDO
DE FUGA: Parte de traz da asa ou parapente.
BRAÇÃO:
piloto ruim, barbeiro, piloto de braço duro, não
tem as manhas.
BRISAS:
vento fraco e suave, constante.
BULLET:
equipamento de suspensão onde o piloto de asa delta
fica dentro (macacão) e é acoplado a asa.
BUFINHA:
térmica fraca onde o piloto quase não enrosca
sobe muito pouco.
CABEING:
é quando o voador de Asa Delta vem para pouso e por
algum motivo erra o ponto de Stoll (freio para pouso) e acaba
rolando no chão juntamente com a asa. Acontece muito
quando o piloto pega o vento de calda, pouso a favor do vento
enquanto que o certo é fazer o pouso contra o vento.
CAPOTE
OU CAPOTAR: capotar asa delta, virar de ponta cabeça,
se o piloto cair no pano e perder o controle não se
recupera, só lançamento do reserva, pode ocorrer
em busca de térmicas no rotor, ou em condições
muito fortes com térmicas acima de 12 m/s (turbulência).
Ocorria muito com equipamentos antigos, hoje dificilmente
ocorre, melhor pilotagem da asa.
CB
(CUMULUS NIMBUS): nuvem gigantesca que suga o parapente ou
a asa delta, ventos dentro do CB é de 200km/h com pedra
de gelo e temperatura abaixo de zero, é um perigo para
voador. Poucos sobrevivem.
CHECKING:
ocorre na decolagem, antes de entrar em vôo, é
onde o piloto conferi totalmente o seu equipamento inclusive
se esta bem conectado.
CIRRUS:
nuvens espalhadas, camada fina, riscada no céu azul.
CLASSIFICAÇÃO
DAS ASAS DELTAS: Asa Delta de Baixa, Intermediária,
Asa de Alta Performance com King (competição),
Asa de Alta performance Top Less(competição)
"sem arrasto", sensível aos comandos.
CLASSIFICAÇÃO
DOS PARAPENTES: parapente da escola (bem seguro dificilmente
voa), parapente saída de escola (pouco planeio), Intermediário,
alta Performance (classe serial), Competição,
e os Protótipos. Norma de segurança é
bom seguir a seqüência. (instrutor orienta).
COCURUTO:
O ponto mais elevado de uma coisa, crista. O alto da cabeça.
Vértice ou ponta.Elevação cônica
de alguns montes ou colinas. Saliência de terreno; montículo.
Os cocurutos são pequenas montanhas mais altas, vista
pelo voador, geralmente desprendem Térmicas!!!
CONDIÇÃO:
Assunto relativo as situação do vôo no
dia. Ex: Hoje a condição estava uma farafa.
CONVERGÊNCIA:
ventos que se encontram, sopram de dois lados e se unem, pode
ocorrer na rampa (montanha), o vento entra em dois quadrantes
na frente e atrás da rampa! Em vôo, ocorrendo
um vôo livre sustentado, ou no pouso ocorrendo um pouco
de turbulência! Tomar cuidado!!!
CORREDORES
- Espaços aéreos previamente demarcado.
CRESCH:
- Bater com o bico ou o trapézio da asa no chão
quando pousa.
CROSS
BAR: Tubos de aluminio que prendem os dois Leading Edge e
que evitam que a asa se feche em vôo.
CROSS
COUNTRY: Modalidade de vôo onde o piloto de livre pega
varias térmicas e procura percorrer a maior distância
em KM, recorde de distancia 402 km. Também ocorrem
campeonatos específicos de Cross Country em regiões
adequadas. Exige muita técnica e perícia do
piloto.
CUMULUS:
Nuvens separadas que têm topos amontoados em vários
níveis. Estas nuvens podem ser muito pequenas OU de
grande extensão quando desenvolvem-se nas tempestades.(CB"s).
DECOLAGEM
SEM PERDÃO: é uma decolagem mais radical ,onde
o piloto não tem espaço para correr (pouco espaço)
ou seja fica de frente com o abismo (o chão da rampa
acaba na Falecia ),não podendo ocorrer erros na decolagem
,o voador tem que estar com a mão da ASA ou Gliders
,logicamente decolara com segurança com um bom vento
de frente . Detalhe :ficar próximo a falecia para não
pegar o rotor da rampa !
DUST
DEVILS: rodamoinho de vento, encontrado em lugares, onde desprendem
fortes térmicas. (são formadas quando as térmicas
ascendem em um índice de variação térmica
superadiabático)
EFEITO
SOLO: mais ou menos aos 20 metros do solo não se pega
térmica, nem descendentes, ao colocar o equipamento
de frente para o vento para pousar e ao se aproximar do solo,
consegui-se uma sustentação paralela ao solo.
ENCHER
O TANQUE: ir até o topo da térmica "na
altura máxima" para depois o voador seguir adiante.
ENRAIZAR: piloto que demora para decolar, já checado
e conectado no equipamento fica parado na rampa muito tempo,
fazendo fila de pilotos atrás dele....... piloto com
raiz fica preso no chão!
ENROSCAR:
é quando os voadores pegam térmica e ficam girando
dentro dela e subindo, como URUBU.
ENTUBAR:
é quando o voador com o seu equipamento entra nas nuvens,
as vezes só com manobras para sair.
ENTRANDO
O CICLO: Horário do dia que começam a desprender
as térmicas (aquecimento da superfície), geralmente
por volta das 11:00 da manhã, entrando condições
alternadas.
ESPIRAL:
entrar em giro com a Asa Delta ou Paraglider em alta rotação,
descida muito rápida podendo chegar a descer 25 metros
por segundo, ótimo para fugir de CBs. (nuvens) (S.I.V)
ESTAMPAR:
chega no topo da térmica fica muito alto de 2000 metros
à 3500 metros de altura do chão.
ESTAR
COM A MÃO: quando o piloto esta voando bem, colocar
em vôo o equipamento onde quiser, fazer manobras, entrar
em térmicas, uma boa pilotagem com segurança,
pousar com precisão. Sempre com o equipamento na "mão",
sobre controle.
ESTOLAR:
empurar a barra de comando da asa para frente, levantar o
bico da asa, usado principalmente para pousar.
FAROFA:
dia de muitas térmicas, o piloto chega a subir muito
e voar distâncias longas, horas de vôo, muitas
asas e parapentes no céu, ótimo dia de vôo.
(Muitas asas e paracas na mesma térmica, na decolagem
que farofa!)
FAZER
TIRADA: voar km de distância geralmente a favor do vento.
FIXOS
COMPULSÓRIOS - Pontos estipulados por coordenadas geográficas
para certos fins.
FRENTE
FRIA: Passa em questão de horas , a menos que seja
precedida por uma rajada de vento ou trilhada por uma outra
frente. Geralmente, traz um ar seco e mais frio com ótima
visibilidade e condições instáveis. Geralmente
de 01 a 02 dias antes da frente chegar na região, ótimo
dia de vôo.
GANHAR
A RAMPA: decolar e subir em vôo metros acima, (lift
ou térmicas), ficando em vôo a mais de 1.000
metros acima da rampa (decolagem-montanha), ou ate mesmo subir
apenas alguns metros!
GATILHO:
lugar no chão onde se desprendem as térmicas,
pedras, árvores, trator arando, arado, algum elevado
num plano, etc.
GOAL:
termo usado em campeonato de vôo livre no pouso de chegada.
GPS:
equipamento de precisão usado em aviões, e pelos
voadores de vôo livre para percorrer distância
através de satélite, indica sua posição
no planeta.
GV:
Cordinhas que puxamos para esticar a vela da asa, aumentando
a velocidade da asa. Acelerador.
HANG
LOOP: Cordas que ficam presas na asa e que servem para conectar
os mosquetões que unem o piloto a asa.
HOMOLOGAÇÃO:
é um registro do comportamento em vôo do equipamento.
Como se comporta em manobras e panes, velocidade , razão
de planeio etc. com respectivas notas.
JANELA:
termo usado em competições ,para abrir horário
de decolagem para os pilotos, geralmente quando entra uma
boa condição ou começam os ciclos. Abre
janela e fecha janela.
KING
POST: Mastro que fica acima da vela da asa, e que segura os
cabos e os recuperadores de mergulho.
LASTRO:
Bolsa de água para fazer peso (aumentar peso piloto),
regulável, pode soltar a água em vôo.
LD:
- Melhor anglo de ataque do nariz, para ter um melhor planeio
da Asa, perdendo menos altura e com isso voando maior distância.
LEADING
EDGE: Tubos de alumínio que ficam no bordo de ataque
das asas.
LIFT:
vento que sobe as encostas das montanhas que proporciona a
sustentação do paraglider ou asa delta. Vento
de frente a rampa de decolagem.
LOCOMOTIVA:
São os pilotos mais experientes, que voam na frente,
buscando caminhos onde existem mais térmicas, levando
assim, os pilotos menos experientes (vagão) a segui-los.
MANOBRAS:
"fazer acrobacia", pilotos com muita experiência
,de preferência fazer acima de lagos ,represas e praias
(água) , toda e qualquer manobra deve ser feita com
muita altura afastado do relevo.
MAÇAROCA:
grandes nuvens ou quantidades de nuvens que possam atrapalhar
o vôo livre, quando as nuvens entubam a rampa e não
da para decolar, formação de CBs, Teto baixo
ou seja nuvens muito baixas.....permitindo muita umidade no
ar.
MASTER:
Piloto muito experiente, mestre e grande exemplo no vôo
livre.
MIOLO
DA TÉRMICA: o centro da térmica região
onde sobem mais, ascendente mais forte.
MOSQUETÃO:
Equipamento de Aço ou Alumínio que conecta o
cinto do piloto à Asa
NARIZ:
O bico da Asa.
NÍVEL
- Determinada altitude utilizada num vôo.
NIVELAR:
- Colocar a asa em equilíbrio, nivelando conforme o
horizonte, não deixar nenhum lado da asa levantar.
NOVATO:
Piloto novo, com pouco tempo de prática, saindo da
escola.Ainda voa com asa de pano simples.
PANO
SIMPLES: Asa de Média performace. Com Velame somente
no dorso da Asa.
PANO
DUPLO: Asa de Alta performace. Com duplo Velame no dorso e
extradorso da Asa.
PARACA
ou PARAPA: significa o pára-quedas reserva ou um Parapente.
"um modo rápido de dizer."
PARAGLIDER
/ PARAPENTE: significa a mesma coisa. Paraglider em inglês
e Parapente em francês.
PÁRA-QUEDAS
RESERVA: é um pára-quedas redondo (não
dirigível) que fica embutido no bullet (cinto de vôo),é
lançado após uma pane total do piloto em pleno
vôo sem recuperação de planeio do equipamento.
(S.I.V.)
PEGUEI
UM CANHÃO: uma térmica forte que chega a subir
até 12 metros por segundo.
PESO
PILOTO , PESO EQUIPADO: cada equipamento (asa delta ou parapente
) tem um tamanho (área vélica) adequado ao peso
do piloto com ou sem equipamento . Geralmente o tamanho é
caracterizado na vela como grande ,media e pequena ,variando
com o peso máximo ou mínimo de um piloto.
PICAR
A ASA: acelerar a asa delta, puxando a barra abaixo do peito.
POM
POM: várias nuvens no céu, como se fosse, vários
flocos de algodão formando várias bases, geralmente
é um ótimo dia de vôo livre.
POUSAR
NA MOSCA: pousar o equipamento em um lugar predeterminado
, usado muito em campeonatos com pouso determinado , uma circunferência
mais ou menos de um metro de diâmetro , e uma outra
maior no seu contorno isso tudo dentro de uma área
grande demarcada para se enxergar em vôo.
POUSO
OFICIAL: é um lugar de pouso seguro, onde o piloto
após a decolagem se não pegar nenhuma térmica,
"fazer um prego", o equipamento de vôo chega
seguro só no planeio, geralmente é um lugar
bem plano longe de fios, postes, placas, telhados e sempre
tem uma biruta direcionando a direção do vento.
Espaço bem grande.
PREA
(COELHINHO): aluno, ou recém formado na escolinha de
vv, os veteranos apelidam os novatos.
PREGO
OU MERRECA: decolar e pousar logo em seguida sem pegar térmica
(alguns minutos)
PRÉ
FRONTAL: um ou dois dias antes de chegar a frente fria, antecede,
dias de boa sustentação para o vôo livre,
dias de ventos lisos de boas térmicas, ventos constantes
.
PYLÃO:
lugares demarcados no chão para os voadores passarem
por cima e tirar fotos ou marcar no GPS para provar que passaram
naquele ponto. (em campeonato)
QUAL
A SUA FREQÜÊNCIA?: se refere a freqüência
do radio, cada rampa usa uma (importante se informar), pois
todo voador usa um radio VHF, para se comunicar com o resgate
ou com outros voadores em pleno vôo, (Ter um radio é
uma das normas de segurança).
QUILHA:
Tubo de aluminio que sustenta toda a asa. Serve inclusive
para apoiar a asa quando montada no chão servindo como
descanso.
RAJADAS:
Ventos fortes alternando entre 30 a 60 km/h ou mais.....
RAMPA:
geralmente no pico das montanhas, lugar mais alto, para o
voador decolar, geralmente ponto de encontro, onde se forma
clubes.
RECUPERADOR
DE MERGULHO: Cordas que ficam presas no bordo de fuga e no
King Post e que servem para limitar o bordo de fuga da asa,
recuperando e nivelar a asa quando entrar em mergulho.
RESGATE:
a pessoa que acompanha o voador, leva os pilotos na rampa
e depois vai pegar, no pouso geralmente de carro, caminhonete
até mesmo de moto se for glider.
ROLE
BOLE: Quando o piloto chega muito rápido no chão
e para não Ter impacto sai rolando, tem técnica
para isto, apenas com o paraglider.
ROTOR:
Vento que sopram em diversas direções por trás
das montanhas ou outros obstáculos, podendo jogando
a asa para baixo ou provocando grande turbulência e
podendo até tirar a sustentação e controle
do piloto com a asa.
ROUBADA
OU ROBADA: um pouso forçado onde o piloto se encontra
sem resgate , longe de estradas ,casas ,ou seja perdido ,dificuldade
para sair do local , ou pousar em algum tipo de plantação
,arvores , ,fios elétricos ,enrosco em geral , também
animais tentando avançar "cachorro", "touros",
etc... problemas no pouso em geral fora dos planos de vôo.
S.I.V:
"Simulação de Incidentes de Vôo"
curso onde também se aprende fazer manobras com segurança.
SAIR
NA BUFA: quando o piloto decola , e a térmica vem se
desprendendo ,decolando para cima ,ganhando vários
metros acima da rampa (ganhar a rampa) em segundos ,sem enroscar.
SELETE:
cadeirinha onde o piloto de glider fica sentado em vôo.
Onde fica acoplado todos os instrumentos de vôo, inclusive
o pára-quedas reserva.
STRATUS:
Nuvens em camadas muito dispersas com uma base regularmente
uniforme. Tornam o dia cinzento, uma vez que bloqueiam o sol
extensivamente.
TALAS:
Varetas que servem para esticar a vela da asa.
TERMINAIS
- Área que abrange mais ou menos 50Km e torno de um
aeroporto.
TÉRMICA
SALÃO: enormes térmicas, espaçosas que
sobem de 8 à 12 metros por segundo. Chamada também
de porrada para cima.
TÉRMICA:
ar quente que se desprende do solo e sobe de 1 metro por segundo
até 15, 16 metros por segundo onde leva o voador para
cima.
TÉRMICA
PICADA: são pequenas térmicas, ascendente fraco,
mau da para enroscar, as vezes ocasiona uma turbulência
só, podem aparecer em dias em que, após uma
chuva e logo em seguida faz um sol forte, ou um dia de chuva
no outro dia de sol.
TERRA
DE MALBORO: sobrevoar regiões enormes onde não
se encontra nada, as vezes pode demorar mais de um dia para
retornar se caso pousar. Grandes campos com arvores e florestas,
terras de ninguém, extensões de terras, vales
e
montanhas, sem estradas. (propaganda da TV do cigarro Malboro).
É uma roubada pousar em terra de Malboro!
TETO:
limite máximo que se possa ganhar altitude, normalmente
usamos a base das nuvens como referência.
TIRANTES:
fica entre a selete e as linhas, é onde se acopla o
glider juntamente com a selete geralmente tem 3 a 4 de cada
lado.
TIRAR
DO CHÃO: quando o piloto está de 30 a 50 metros
do chão e está quase fazendo aproximação
a para pouso e engata (pega) uma térmica e começa
a enroscar e vai subindo até estampar.
TOMEI
PARA BAIXO: entrar numa descendência, "como tem
ar quente subindo tem também descendo, as vezes vai
até o chão, sem perigo para o pouso".
TOMEI
UMA FECHADA: quando o parapente fecha um dos lados, "pani
normal" voltando rapidamente aberto quando corrigido
corretamente.
TRAPÉZIO:
é um triângulo feito de Tubos que fica a frente
do piloto de asa delta onde está a barra de comando.
(trapézio da Asa Delta é um triângulo
afrente do piloto.)
TURBULÊNCIA
- quando o vôo esta agitado, adrenalina, punk, sacudido.
Pode ocorrer: o glider pode fechar, a asa pode capotar. Tipos
de ventos, térmicas fortes ou quebradas, rotores.........podem
também ocasionar turbulência.
UM
QUARTEIRÃO DE TÉRMICA: uma térmica muito
, muito grande e espaçosa ,enrosca facilmente!Geralmente
sobe sem dificuldade .Dificilmente aparece uma térmica
desta.
URUBU:
pássaro preto que não gosta de bater asas ,voa
em térmicas a procura de alimentos ou para se deslocar
de uma região para outra ,tem uma grande sensibilidade
para voar em correntes de ar ascendentes ,esta sempre presente
em rampas boas de vôos. O pássaro sabe tudo !
Uma das analises é ver o urubu em vôo ,o piloto
sempre esta atrás de um urubuzinho.
VARETAR:
é quando 2 pilotos 1 e 2 (de asa ou parapente) estão
na mesma térmica, sendo que 1 esta mais baixo de 2,
então 2 sobe e fica acima de 1.
VARIÔMETRO:
equipamento usado pelos voadores que marca a diferença
de altura, se está descendo ou subindo. VELA ou VELAME:
quando o piloto fala especificamente do tecido ,(apenas do
glider independente do resto do equipamento) .
VENTACA:
ventos fortes
VIRAR
LENDA, SUMIR DO MAPA, VAPORIZAR: Ir embora, sair do local
onde esta "rapidamente", seguir viagem, fazer desaparecer!!!
VOADOR
QUE BIRUTA (O BIRUTA): é o piloto que decola primeiro
para analisar as condições e sentir se as térmicas
estão se desprendendo do solo, geralmente é
um piloto experiente ou conhece a região, "vai
birutar". Conversa com o rádio com os outros pilotos.
VOAR
ATÉ A BASE: é enroscar em térmicas; voar
até as nuvens que dão sustentação
para a asa ou parapente e ficar bem debaixo dela.
VOAR
EM VAGÃO: termo usado muito em campeonato; pilotos
que não arriscam voar na frente em distância,
ficam esperando outros voadores pegarem novas térmicas
para ir atrás com segurança evitando o pouso.
VÔO DUPLO: Voar com 2 pessoas, ou seja, um piloto levando
um passageiro.
VÔO
TURBULENTO: é quando o vôo é sacudido,
o parapente chega até a fechar parte dele , muita adrenalina.
VÔO
RALADO: vôo onde o piloto encontra dificuldade para
subir, poucas térmicas, térmicas picadas, sobe
devagar com muito desgaste e concentração, lift
fraco fazendo o piloto ficar próximo ao relevo, perto
das arvores tenta se manter o máximo voando.
VÔOAÇO
OU VÔOZAÇO: um vôo bem sustentado, horas
de vôo, ou km de vôo livre.
WHIP
STALLS: manobra de Asa Delta onde o piloto pica a asa (acelera)
e estola (freia), pica a asa de novo e estola.....pica e estola
e assim alternando em seqüência............ seria
um sobe e desce....(Montanha Russa).
WINGOVER:
manobra de glider ou asa que o piloto fica para um lado e
para o outro, como um pêndulo , balançando ,
onde o paraglider chega a ficar bem ao lado.
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